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Como evitar erros comuns ao adotar um estilo de vida minimalista

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Olá a todos,

Tenho lido e trocado algumas ideias, sobre o estilo de vida minimalista e as suas vantagens. Em particular sobre as vantagens de viver com um guarda-roupa em cápsula (capsule wardrobe), que foi por onde iniciei o meu percurso minimalista.

Lemos como há muitas formas de reduzir o número de pertences que temos, muitas vezes,  até impondo um número limite que não se ultrapassa. Lemos igualmente, sobre como nos ajuda a ter mais tempo disponível, para as coisas que queremos realmente fazer. Neste caso, pouco nos falam, sobre como evitar erros comuns ao adotar um estilo de vida mais minimalista, quando não se tem em conta, que todos temos um orçamento, que é limitado.

1. Estilo de vida minimalista levado ao extremo

Em 90% das casas, vejo pessoas fascinadas pelo minimalismo, em reduzirem os seus pertences ao mínimo, sem se questionarem se aquilo que estão a fazer faz realmente sentido. Todos nós temos fundos limitados e se nos virmos livre de tudo o que sejam duplicados, caímos num problema futuro, termos dado artigos, que agora somos obrigados a comprar para substituir, sempre que algo se estrague.

Atenção, não estou com isto a tomar uma posição anti-minimalismo. Apenas estou a relembrar que reduzir é bom, mas temos que avaliar esta redução de artigos de forma consciente. Caso contrário, iremos num futuro mais ou menos próximo, gastar dinheiro em artigos que havíamos dado.

2. Como tratar de artigos pouco ou nada usado como um minimalista

Máquina de cozinhar a vapor, panelas e tachos enormes desajustadas das minhas necessidades. Esses não se justificava ter em casa. Se necessitar pede-se emprestado. Fiquei com mais espaço, para o que realmente necessitava ter e ficou tudo muito mais acessível.

Não acham que compensa só ficarmos com o que realmente usamos? Aqueles artigos que nunca ou raramente usamos, recomendo vivamente verem-se livres deles, não se justifica estarem em casa… encontrarão alguém que os usa e lhes dá o devido valor.

Como evitar erros comuns ao adotar um estilo de vida minimalista

Original photo downloaded from Pixabay

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3. Como tratar de artigos do dia-a-dia como um minimalista consciente

Vou dar-vos o exemplo no qual eu me comecei a aperceber de que não queria assumir um minimalismo extremo, mas sim, um minimalismo consciente, aplicado ao meu estilo de vida e às minhas posses. Tinha em casa 6 conjuntos de cama (fronha para almofadas, lençol e capa de édredon). Segundo o minimalismo menos consciente do nosso orçamento, necessitaria de um máximo de dois conjuntos, ou até mesmo, apenas um. Verdade! Realmente a uso não necessitamos de mais de dois conjuntos, ou seja, dei dois conjuntos que não gostava e fiquei com 4, dois a uso e dois como backup, para quando os outros se estragarem. Posso querer ser minimalista, mas não sem pensar nas consequências.

A grande diferença, é que sei, que quando algum destes conjuntos se estragar, vou repor com um dos conjuntos de backup, ao invés de ir comprar novos. Assim, não hoje, mas num futuro mais ou menos próximo, irei ser um pouco mais minimalista, sem ter que esvaziar a carteira, pois vou reduzindo o stock que tenho em backup e assim tendo cada vez menos tralhas em casa, mas de uma forma mais consciente. O que fiz com estes artigos, pode ser feito com outros. Este método é bom para aplicar em artigos que usamos com muita frequência e que têm um elevado desgaste.

Arranjei um único local, onde sei que apenas tenho artigos de backup e sempre que necessito de repor algum artigo que se estragou, sei exatamente onde ir buscar.

4. Outras áreas em que vale a pena investir

Noutras áreas como o meu guarda-roupa, encontrei um meio termo, ou seja, ao invés de reduzir todo o meu roupeiro ao mínimo, livrei-me das peças que não gostava e fiquei com o que realmente gostava. Tenho nesta área também roupas de backup, que passo a usar quando as que estão a uso atualmente se estragam. Se quiseres saber mais sobre como o fiz, aconselho-te a ler o post sobre Um passo gigantesco para um guarda-roupa reduzido.

 

Espero que te tenha ajudado a ver um outro ponto de vista, que podemos adotar, ao tentarmos ser minimalistas. Não necessitamos de levar tudo ao extremo, podemos pegar nas ideias que nos disponibilizam e “cozinhar” algo que seja o indicado para nós, tal como eu o fiz.

 

Raquel

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3 Comments

  1. Elsy Campainha

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    Reply
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