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Como vamos reduzir a quantidade de coisas que temos?

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Olá a todos,

Ao longo da nossa vida vamos juntando tanta coisa, na nossa casa, na nossa arrecadação e onde mais tenhamos espaço... Será que necessitamos realmente de todas estas coisas? E ainda mais na nossa casa, no nosso refúgio? O que ganhamos em ver-nos livres delas? Porque não continuamos a juntar mais tralha e a organizar de forma mais eficiente? O que queremos? Será que estamos a ir de encontro ao que realmente necessitamos?

Se estão numa fase de mudança, estão fartos de terem tanta tralha ou de perderem imenso tempo a limpar e arrumar, mas não sabem o que fazer, este post pode ser para ti. Mesmo que não estejam nessa fase, podem sempre pensar sobre o que leram aqui e aplicarem mais tarde, se acharem que contribui positivamente para o vosso bem-estar. Sim, porque acreditem ou não, ter menos tralhas, contribui ativamente para a melhoria do nosso bem-estar.

Não irei afirmar ser minimalista, porque não sou, mas também não deixo de ser. Estou algures em fase de transição! Mas, se quiserem ler sobre alguns dos benefícios associados, podem consultar 18 vantagens do minimalismo que te vão inspirar a mudar. Pode ser que se entusiasmem, como eu me entusiasmei.

Como vamos reduzir a quantidade de tralha que temos

Original photo by Brooke Lark on Unsplash

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Como vamos reduzir a quantidade de coisas que temos?

Esta é uma questão, que acreditem ou não demasiada gente tem! Ao estarmos confrontados com tantas coisas, perdemos muitas vezes a vontade de avançar ou sentimos-nos até completamente perdidos!

Também já passei por esse processo, portanto percebo como se sentem. Aqui, vamos resolver as questões que temos pendentes e avançar para a ação!

A nossa casa e as nossas tralhas são um espelho do nosso estado de espírito

Já entraram na casa ou no quarto de alguém, e começaram a sentir-se mal? Perceberam logo que era um ambiente que vos deixava agoniado, não só pelo monte de tralhas espalhadas, como pelo cheiro a pó ou a mofo? Ou talvez tenham entrado numa casa ou divisão da mesma, onde visualmente estava tudo arrumado, mas onde dentro dos móveis imperava o caos?

Será que queremos sentir-nos assim na nossa casa? O dia que comecei a sentir-me assim na minha, comecei a fazer uma grande limpeza. Fui passo a passo, não me atirei logo de cabeça:

Só depois de ter ganho alguma confiança no que ia fazer é que comecei. A verdade é, que quando comecei foi difícil, mas com o passar do tempo, vamos-nos desapegando das coisas materiais e tudo se torna mais fácil.

Como conseguir reduzir a tralha em nossa casa

Após ter juntado ideias de várias fontes, decidi que estava preparada para efetuar uma abordagem, inicialmente não muito radical, mas que me livrasse de muita tralha de uma só vez. Posso aconselhar-vos a consultarem algumas das abordagens mais comuns para reduzir a tralha, ou simplesmente para ficarem com perspetivas diferentes:

Para a minha abordagem, usei um pouco do que tinha lido e segui o meu instinto na maneira de como o efetuar:

1. Analisar artigos por categoria

Nesta primeira fase usei um pouco a abordagem de Marie Kondo ou seja coloquei todos os objetos idênticos juntos, para ver o que realmente tinha. Isto no meu caso resultou em resultados para mim assustadores como ter 10 colheres de pau ou ter 90 pares de sapatos. Cada um vai ter o seu choque pessoal! Acreditem, que não sendo a forma mais fácil de efetuar um processo de limpeza, juntar todos os artigos idênticos, é certamente dos mais eficientes que já vi.

Para que o processo seja mais simples, aconselho a começarem pelas categorias às quais tenham menos apego emocional. Assim, será mais fácil começarem a vencer pequenas batalhas e a ficarem motivados para as mais difíceis.

2. Analisar a utilidade e frequência de uso

Após identificar a quantidade de um determinado artigo, determinei se usava o artigo ou não e com que frequência. Caso não usasse o artigo com frequência, como por exemplo o cozedor a vapor, doei, não me trazia benefício nenhum em mantê-lo a ocupar-me espaço.

Usando o exemplo anterior das colheres de pau, verifiquei que as uso com muita frequência. Deitei fora as que já não estavam em condições e as que estavam a mais dei, coloquei duas a uso e coloquei as restantes em backup, para usar quando as outras se estragassem.

No exemplo dos sapatos verifiquei que usava com pouca frequência muitos deles, dado não serem confortáveis e portanto coloquei os mesmos para doação, mesmo antes de efetuar uma análise mais profunda de quanto e se me gostava de ver com os sapatos. Tudo o que não era confortável, por muito que gostasse foi embora.

3. Analisar a quantidade do artigo

Depois de no ponto dois já termos feito uma primeira limpeza ou redução de certos artigos, vamos agora analisar se se justifica manter as quantidades que ainda detemos em casa. Usando ainda o caso das colheres de pau, decidi que sendo eu apenas uma pessoa, podia manter a uso duas colheres, que chega perfeitamente, coloquei outras quatro colheres de backup e as restantes dei a quem lhes desse mais uso ou coloquei no lixo sempre que não estavam em condições. Descrevo mais detalhadamente o que é o conceito de backup para mim em Como evitar erros comuns ao adotar um estilo de vida minimalista.

Resumidamente o conceito de backup baseia-se em manter alguns duplicados dos artigos que mais usamos, por forma, a que quando os mesmos se estraguem não tenhamos que despender novamente dinheiro neles. Assim sendo, não adotamos logo os conceitos minimalistas, mas vamos aproximando-nos deles ao longo do tempo.

 

Sugestões de quem já experimentou...

Sugiro, que por muito que queiram começar logo a organizar tudo muito bonitinho, depois de reduzirem uma categoria, apenas voltem a guardar as coisas, desta vez juntas, mas sem grandes mudanças. Ainda há muitas categorias para analisar e reduzir, e se começarem já a arrumar tudo, chegarão mais à frente e perceberão que talvez tenham que alterar tudo novamente, porque a forma como iniciaram a vossa organização, já não faz sentido perante o que vocês agora têm.

Agora que efetuámos uma redução em todas as nossas tralhas, inclusivé móveis, temos muito mais espaço livre. O ar já consegue circular, e a casa vai parecer mais leve e arejada. Vamos começar brevemente a sentir os benefícios da mudança, menos coisas para limpar, menos coisas para arrumar e sobretudo, mais tempo e espaço para vivermos.

Estamos agora preparados para um novo desafio! Vamos organizar o que sobrou. Querem algumas sugestões de como o fiz? Poderão vê-lo no meu  post Porque devemos reduzir antes de organizar. Vão gostar das dicas, porque às vezes queremos tanto ter tudo pronto, que colocamos a carroça à frente dos bois.

 

Raquel

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